terça-feira, 4 de agosto de 2009



















Mais uma década a somar, compadre. E a elas já nos habituámos. A vida e o seu fluir que a todos nos concede o direito de respirar enquanto as águas correm. Não te neguem os deuses as rosas que na voz e nas mãos sempre doaste generosas para encanto das avezinhas que em torno de ti rodopiavam radiosas. Outra ave mais renovada se apodera de ti toda marota. Ave das tuas asas. Água benta da tua água limpa. Cantarinho junto à fonte , com o sol a amanhecer. Caminhemos com essa aguarela de luz traquina, que nos remoça em cada sorriso. E não nos interroguemos. Há muito verde e azul que se derrama vigoroso na trepadeira da varanda dos olhos. Dos nossos ainda e dos dela tanto! Respiremos com serenidade. E enquanto a cor nos entra e a princesa saltita Matita, que entre outro “enta” e que a taça se eleve esfuziante.