Sai-se de cena, apagado o lume. Ninguém escolhe a cor do exílio a língua da noite que nos cega os golfos de terra sobre o chão. A morte é um ramo de sol ardido.
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O outono já lavou a cara alagou os olhos e a sua verve faz tremer os muros. Não há como fechar a porta ao assombro do mundo. Os rios vertem lágrimas para o mar a chuva desespera de aflição as armas mutilam sonhos duplicados a crianças quebradas nos tenros galhos. A cadência dos passos hesita entre a morte e o ódio freme o medo. Velho é o mundo e não sabes. Escrito em outubro de 2023, mas com alterações.
Hoje, a minha mãe, estrela deste blog, faz anos. Uma vez mais, entro, de mansinho, nesta sua "casa", para a encher de mimos virtuais, enquanto não chego a Braga para a encher de mimos reais... Beijos ternos da tua "estrelinha"!
Ah tragam-me um chá Um chá urgente de menta Ou pimenta preta Ou cidreira ou tília Um chá de sabor a terra De eucalípto ou oliveira Numa chávena de Abril. Ah, tragam-me um chá Com aroma a cravo Também pode ser Um chá em clave de Sol Ou em mi(m) maior Ah tragam-me um chá De todas as maneiras Com aroma verde Em vaso de esperança Também pode ser Tenho sede Ah tragam-me um chá De aroma de maçã Que o chá aquece A alma que fenece No frio deste Abril Em que um cravo canta Esganado na garganta.
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