A pedra, a voz, a catedral, o sublime.
O empenho do Homem em erigir o mais límpido da arte,
de perseguir a  substância da plenitude,
e a outra face destruidora, contrária à natureza.
Na voz de Andrea Bocelli, nada de invisibilidade. 
Estava lá tudo, como uma aparição.
Deixei chorar o quanto os olhos pediam.





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